sexta-feira, 3 de março de 2017

O “C-Level” nas empresas


Já ouviu alguma sigla do “C-Level” nas empresas? Hoje em dia a adoção de termos em inglês por parte das empresas é algo cada vez mais comum e o universo corporativo conta com uma linguagem própria. Utilizá-la adequadamente, além de demonstrar conhecimento, evita situações embaraçosas, constrangimentos e mal entendidos, muitas das expressões e siglas que você já encontrou no mercado (e que você teve de pesquisar depois para entender) tornaram-se bastante comuns quando o assunto são diretores de grandes empresas. Cada sigla designa um cargo distinto, mas, afinal, você sabe o que as siglas do mundo corporativo querem dizer?
As nomenclaturas representam o chamado ‘nível C’ (do inglês C-Level ou C-Suite), devido à primeira letra destas siglas, que significa a palavra “chefe” (ou Diretor). O significado completo é “Chief ______ Officer”, com o espaço em branco representando a área da empresa que a pessoa chefia, então, quando se deparar com alguma sigla do tipo, saiba que se trata do “big-boss” de determinada área de uma empresa.
Para esclarecer algumas de suas dúvidas, conheça abaixo o significado das principais denominações de cargos do chamado C-level (ou “nível C”, em português) de diversas áreas em uma organização, aqui no PortalProjetos e TI você tem a relação mais completa destas siglas:

CEO (Chief Executive Officer)

Além da sigla mais famosa no meio, o cargo de diretor geral ou presidente da empresa, é o cargo que está no topo da hierarquia operacional, por já ter sido o cargo de figuras muito importantes do mundo dos negócios, como Steve Jobs, hoje substituído por Tim Cook na Apple, e Steve Ballmer na Microsoft.  Pode ser considerado também o ‘poderoso chefão’ de uma companhia, mas deve responder ao quadro de diretores. O CEO tem um altíssimo nível de poder e autonomia. É responsável pelas principais decisões estratégicas e pelo andamento do negócio como um todo.

CIO (Chief Information Officer)

Este aqui eu considero como o braço direito do CEO de qualquer empresa, afinal o Diretor de Tecnologia da Informação (TI), fica responsável por todas as áreas de informática de uma empresa. A diferença entre o CTO e o CIO é que o primeiro desenvolve tecnologia para vendas, enquanto o CIO tem a responsabilidade de implantar e dirigir a manutenção dos sistemas de informação utilizados pela companhia. Faz escolhas estratégicas entre distintos tipos de tecnologia da informação e armazenamento de dados, buscando obter os melhores resultados.

CTO (Chief Technical Officer)

O Diretor Técnico é uma posição de nível executivo em uma empresa ou outra entidade cuja ocupação é focada em questões científicas e tecnológicas dentro de uma organização.. Também atua em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

COO (Chief Operation Officer)

No quesito coordenação das ações dentro de uma empresa o Diretor de Operações, é uma espécie de braço direito (olhos – consideração minha) do CEO e responsável por cuidar de perto do negócio e das rotinas da empresa.  O COO tem como principal função cuidar das operações da empresa, verificando o alcance de metas, produtividade, qualidade, resultados financeiros, etc. Como é ele quem cuida mais de perto do andamento das atividades, o CEO tem mais tempo para as questões estratégicas da empresa. Dependendo da empresa, pode até carregar o título de presidente.

CFO (Chief Financial Officer)

Esta sigla denomina a pessoa responsável pelas finanças da empresa, o Diretor Financeiro, é o profissional que comanda a administração e planejamento financeiro da empresa, ele comanda as finanças da empresa e controla as metas, objetivos e orçamentos. O CFO responde por todo o controle dos recursos financeiros da companhia, seus fluxos e resultados, além de dirigir os investimentos. É ele também quem se responsabiliza pelas informações financeiras fornecidas a todas as áreas da empresa e aos investidores, além de supervisionar o capital da companhia.

CHRO (Chief Human Resources Officer)

Um Diretor de Recursos Humanos (CHRO) é um oficial corporativo que supervisiona todos os aspectos da gestão de recursos humanos e políticas de relações industriais, práticas e operações para uma organização. Títulos de cargos semelhantes incluem: Diretor de Pessoas, Diretor de Pessoal, Vice-Presidente Executivo de Recursos Humanos e Vice-Presidente Sênior de Recursos Humanos.

CRO (Chief Risk Officer) ou CRMO (Chief Risk Management Officer)

O Diretor de Risco de uma corporação é o executivo responsável por permitir a governança eficiente e efetiva de riscos significativos e oportunidades relacionadas a uma empresa e seus diversos segmentos. Os riscos são comumente classificados como estratégicos, reputacionais, operacionais, financeiros ou relacionados com a conformidade. Os CROs são responsáveis perante o Comitê Executivo eo Conselho por permitir que a empresa faça o balanço entre o risco e a oportunidade. Em organizações mais complexas, eles geralmente são responsáveis pela coordenação da abordagem Enterprise Risk Management (ERM) da organização.
Mas não existem somente estas siglas no “C-Level” há ainda várias outras siglas que são menos utilizadas, e não menos importantes que determinam cargos de alta importância. Em alguns casos a mesma sigla se refere à posições distintas como:

CMO (Chief Marketing Officer)

O Diretor de Marketing, é o executivo responsável por atividades de marketing em uma organização. Na maioria das vezes, a posição reporta ao CEO. O CMO é também o “Diretor de influência” da empresa.

CCO (Chief Creative Officer)

O Diretor Criativo é a posição mais elevada do ranking da equipe criativa dentro de uma empresa, dependendo do tipo de empresa, essa posição pode ser responsável pela aparência geral do marketing, mídia e branding associados à organização. O CCO também pode ser encarregado de gerenciar, desenvolver e liderar a equipe de diretores criativos, diretores de arte, designers e copywriters.

CDO (Chief Design Officer)

O Diretor de design é um título corporativo às vezes dado a um executivo encarregado das iniciativas de design de uma organização. O CDO é tipicamente responsável por supervisionar todos os aspectos de design e inovação dos produtos e serviços de uma empresa, incluindo design de produto, design gráfico, design de experiência do usuário, design industrial e design de pacote. Eles também podem ser responsáveis por aspectos de publicidade, marketing e engenharia.

CCO (Chief Communications Officer)

O Diretor de Comunicação, é o líder de comunicação corporativa e responsável pelas relações da empresa com a imprensa, os clientes e a comunidade, ele é o chefe de comunicações, relações públicas e / ou assuntos públicos em uma organização. Normalmente, o CCO de uma corporação envia relatórios para o CEO. O CCO pode ter um grau académico em comunicações.

CCO (Chief Content Officer)

O Diretor de conteúdo é um executivo responsável pela criação de mídia digital e publicação multicanal do conteúdo da organização (texto, vídeo, áudio, animação, etc.) Geralmente, o CCO é um cargo executivo ou um cargo de vice-presidente sênior, normalmente reportando-se ao diretor executivo ou ao presidente da organização. Em uma organização de radiodifusão, o CCO é geralmente o membro criativo de maior classificação da organização.

CLO (Chief Legal Officer)

O Diretor jurídico, é o responsável por proteger legalmente a empresa e deve garantir que as estratégias da companhia atendam as questões jurídicas, normas legais e afins. Em uma empresa, a pessoa que ocupa o cargo normalmente reporta diretamente ao CEO e suas funções envolvem supervisionar e identificar as questões legais em todos os departamentos e sua inter-relação, incluindo engenharia, design, marketing, vendas, distribuição, crédito, finanças e recursos humanos , Produção, bem como governança corporativa e política de negócios.

CAO (Chief Academic Officer)

O Diretor acadêmico, assume comando de assuntos acadêmicos em uma instituição de ensino.

CAO (Chief Administrative officer)

Um Diretor Administrativo é responsável pela administração administrativa de corporações privadas, públicas ou governamentais e o chefe de fato da organização.

CPO (Chief Product Officer)

O Diretor de produtos, as vezes designado como Diretor de produção, é um título corporativo referindo-se a um executivo responsável por várias atividades relacionadas a produtos em uma organização, especialmente uma corporação. Na maioria das vezes o diretor executivo comanda as atividades relacionadas aos produtos da companhia, como concepção, projeto e sua produção.

CSO (Chief Science Officer)

O Diretor científico é uma posição de alto nóvel em operações de pesquisa científica em organizações ou em companhias que executam projetos de pesquisa científicos significativos. Ele é responsável por imaginar e desenvolver capacidades de pesquisa (humana, metodológica e tecnológica), para desenvolver evidências da validade e utilidade de produtos de pesquisa e para comunicar com as comunidades científicas e de clientes sobre capacidades e ofertas de produtos científicos.

CKO (Chief Knowledge Officer)

O Diretor de Conhecimento é um líder organizacional, responsável por assegurar que a organização maximize o valor que alcança com o “conhecimento”. O CKO é responsável pela administração do capital intelectual e pelo custo diante das práticas de Gestão do Conhecimento em uma organização. CKO não é apenas uma re-rotulagem do título “CIO” – o papel CKO é muito mais amplo. Eles podem ajudar uma organização a maximizar o retorno do investimento em conhecimento (pessoas, processos e capital intelectual), explorar seus ativos intangíveis (know-how, patentes, relacionamentos com clientes), repetir sucessos, compartilhar melhores práticas, melhorar a inovação e evitar a perda de conhecimento Após uma reestruturação organizacional.

CAO (Chief Accounting Officer)

Em empresas com o foco financeiro não é incomum encontrar o CAO, Diretor de contabilidade ele é um diretor corporativo responsável pela gestão dos riscos financeiros da corporação. Este oficial também é responsável pelo planejamento financeiro e manutenção de registros, bem como relatórios financeiros para a alta administração. Em alguns setores, o CFO também é responsável pela análise dos dados.

CBO (Chief Business Officer)

O Diretor Executivo de Negócios é responsável pela administração, financeiro e operacional da organização, combinando muitas vezes as funções de Diretor Administrativo (CAO), Diretor financeiro (CFO) e Diretor de Operações (COO). Como resultado, o executivo que detém a posição de chefe de negócios, por definição, normalmente possuirá uma gama mais ampla de experiência e um conjunto de habilidades mais extenso do que um indivíduo que atua nessas posições citadas.

CDO (Chief Diversity Officer)

O Diretor de diversidade é o estrategista das ações de diversidade e inclusão social de uma companhia.

CBO (Chief Brand Officer)

Um Diretor de marca é uma posição relativamente nova no nível executivo em uma corporação, empresa, organização ou agência, que geralmente relata ao CEO ou conselho de administração e é responsável pela imagem de uma marca, experiência e promessa. O agente da marca supervisiona marketing, publicidade, design, relações públicas e atendimento ao cliente.
Fonte:  http://projetoseti.com.br/o-c-level-nas-empresas/

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

15 livros para mudar sua vida

Aposto que você já ouviu alguém dizer a frase "esse livro mudou minha vida". O livro certo no momento certo não tem preço. Com o investimento de algumas horas e alguns reais você tem a oportunidade de adquirir conhecimentos que os autores levaram anos para descobrir.
Também imagino que você já tenha ouvido que aqui no Brasil "o ano só começa após o Carnaval". Embora essa mentalidade venha mudando, ainda há muita gente que leva isso consigo. Não sou a pessoa mais carnavalesca do mundo — meu negócio é rock, bebê —, mas não julgo e tampouco me incomodo com os foliões. Cada um faz o que bem entender da sua vida, não é mesmo?
A única coisa que me deixa ligeiramente incomodado nessa época do ano é justamente a galerinha do contra. Pois eu tenho uma novidade pra vocês: reclamar do Carnaval no Facebook não fará com que ele acabe mais cedo ou com que as pessoas deixem de se divertir.
Então, agora que esclareci isso, que tal você que não vai para a Avenida aproveitar esses dias de forma produtiva? Fiz uma lista com 15 livros que algum dia me fizeram encher a boca para falar: "Esse livro mudou a minha vida!". Quem sabe te ajude em algum objetivo específico. São publicações altamente recomendadas para empreendedores e profissionais criativos. Alguns são novos, outros clássicos atemporais. Alguns desafiarão sua veia empreendedora, outros seu status quo pessoal. Tem autoajuda, biografia e até romance.
Agora é com você! Boa leitura! #ProfissãoCarnaval

1 - Trabalhe 4 Horas por Semana, Tim Ferriss

Não se engane pelo título. A obra é um misto de filosofia de vida e manual do empreendedor do futuro. A premissa básica do autor é eliminar, simplificar e automatizar tudo. Não há limites. O objetivo é trabalhar de forma mais eficiente possível para liberar tempo para coisas mais relevantes. Para coisas que te empolguem. Apesar de os relatos apresentados por Tim serem de experiências vividas nos Estados Unidos, a grande maioria das dicas pode ser aplicada em qualquer realidade.

 2 - Na Natureza Selvagem, Jon Krakauer

Talvez você já tenha assistido o filme com a atuação impecável de Emile Hirsch, a trilha sonora sensacional de Eddie Vedder e a direção de nada mais nada menos que Sean Penn. Esta obra é sobre a viagem e evolução de uma alma humana. É um daqueles livros que você tem que ler no momento certo da sua vida para conseguir absorvê-lo. Tive a sorte de lê-lo no início de minha vida adulta, de modo que a história real de Christopher McCandless, o jovem recém-formado em Direito que largou tudo para viver em meio a natureza selvagem do Alaska, me ensinou, de certa forma, a ser mais desapegado das coisas materiais e a viver com menos.

 3 - Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, Dale Carnegie

Lançado em 1937, o clássico de Dale Carnegie é tão útil hoje como era quando foi publicado. Isso acontece porque Carnegie tinha uma compreensão da natureza humana que nunca será ultrapassada. O sucesso financeiro, segundo o autor, é 15% de conhecimento profissional e 85% "da capacidade de expressar ideias, assumir a liderança e despertar o entusiasmo entre as pessoas". Ele enfatiza técnicas fundamentais para lidar com as pessoas sem fazê-las se sentir manipuladas. Um livro para se ter na cabeceira.

 4 - O Poder do Hábito, Charles Duhigg

O best-seller de Charles Duhigg é mais do que apenas um livro sobre por que fazemos o que fazemos. Esta obra foi responsável por me tirar da inércia e me ajudou muito em meu trabalho como produtor de conteúdo. É um manual contra a procrastinação. Você já se perguntou por que cada vez mais as pessoas bem sucedidas tem falado sobre seus hábitos? Duhigg nos ensina as origens biológicas dos hábitos e como usar a psicologia e a biologia evolutiva para desfazer os maus e substituí-los com novas rotinas que irão alimentar o seu sucesso.

 5 - Roube como um Artista: 10 Dicas sobre Criatividade, Austin Kleon

Este livro revolucionou como eu vejo o processo criativo. De acordo com a teoria de Austin Kleon, nada é realmente original. Porém, novamente, não se engane com o título. O roubo das ideias, neste caso, não significa plágio. Este pequeno livro (levei pouco mais de 1hr para lê-lo) é um manual sobre como beber em diferentes referências para lapidar suas ideias e ser mais criativo. É mais uma obra para se ter na cabeceira. Altamente recomendado para produtores de conteúdo e profissionais de marketing em geral.

 6 - Como Encontrar o Trabalho da Sua Vida, Roman Krznaric

Não é um manual para encontrar um novo emprego — mais uma vez: não se engane pelo título. Roman Krznaric certamente lhe inspirará a descobrir diferentes lados do seu próprio eu. Recomendo fortemente este livro àqueles que se sentem perdidos e estão procurando uma vida melhor e não sabem por onde começar. A obra é um incentivo para tentar novamente e seguir em frente. Muito inspirador!

 7 - Steve Jobs, Walter Isaacson

Steve Jobs dispensa apresentações. Com base em mais de quarenta entrevistas com o fundador da Apple, realizadas ao longo de dois anos — bem como entrevistas com mais de 100 membros da família, amigos, adversários, concorrentes e colegas —, Walter Isaacson escreveu uma história fascinante da intensa vida de Jobs. Sua biografia nos mostra a personalidade de um empreendedor criativo cuja paixão pela perfeição revolucionou várias indústrias.

 8 - On The Road, Jack Kerouac

Jack Kerouac não é uma leitura fácil. Seus parágrafos enormes e sem vírgulas podem cansar os desavisados. Agora, se você não se importa com isso e adora a ideia de pegar a estrada e sair por aí, vai tirar alguns ensinamentos do espírito livre de Kerouac e a geração beatnik. PS: Ao contrário de "Na Natureza Selvagem", o filme inspirado no livro é uma bosta, então não assistam! Haha!  

9 - A Mágica da Arrumação, Marie Kondo

Mais um livro sobre desapego, sendo que este vem diretamente da cultural oriental. Esse livro muda vidas! Sério! É definidamente um manual da arrumação. O livro fez tanto sucesso mundialmente que Marie Kondo se tornou uma "guru da organização". Suas dicas são libertadoras e, claro, é totalmente indicado pra você que é bagunceiro...

10 - Elon Musk, Ashlee Vance

O sul-africano Elon Musk é considerado um dos maiores empreendedores contemporâneos. O cara está por trás de nomes como PayPal, SpaceX, Tesla e SolarCity. Musk quer salvar nosso planeta com seus carros elétricos e enviar humanos para o espaço. Podemos dizer que ele é a versão real do Homem de Ferro interpretado por Robert Downey Jr.

11 - O Homem que Venceu Auschwitz, Denis Avey

Este não é apenas um livro sobre a Segunda Guerra Mundial. O Homem que Venceu Auschwitz é uma verdadeira aula de empatia, algo que está faltando para a humanidade atualmente. A obra conta a história real de um soldado britânico, prisioneiro de guerra, que se infiltrou no campo de concentração de Buna-Monowitz, conhecido como Auschwitz III, ao ouvir falar da brutalidade no tratamento dos prisioneiros. Lá, fica amigo de um judeu. Emocionante, no mínimo.

12 - Criatividade S/A, Ed Catmull

Talvez você nunca tenha ouvido falar em Ed Catmull, mas certamente conhece a Pixar, estúdio de animação responsável por Toy Story cujo um dos confundadores é um tal de Steve Jobs. Pois bem, Ed também é um dos cofundadores. Eu recomendo este livro a qualquer pessoa que esteja iniciando ou gerenciando uma empresa; A qualquer pessoa que esteja trabalhando em qualquer atividade criativa; Para os fãs da Pixar ou da Disney; E para quem gosta de um livro bem escrito.

13 - Zen e a Arte da Manutenção de Motocicicletas, Robert M. Pirsig

Todo empreendedor deve ler esse livro. E sabe o que é mais interessante nisso? Não é um livro de negócios. Este livro fala da essência de se fazer o bem exclusivamente pelo propósito de fazer bem. Suas reflexões e percepções sobre como pessoas e tecnologia se relacionam continuam atuais mesmo depois de décadas — foi originalmente lançado em 1974. A narrativa é incrível e é uma excelente opção para quem quer se inspirar com uma leitura que não seja técnica.

14 - Em Águas Profundas: Criatividade e Meditação, David Lynch

O cineasta David Lynch descreve seus métodos pessoais para trabalhar ideias e os imensos benefícios criativos que experimentou com a prática da meditação. Foi minha primeira experiência de leitura sobre o assunto e senti uma paz absoluta apenas em lê-lo — altamente recomendado para quem quer desacelerar.

15 - TED Talks: O Guia Oficial do TED para Falar em Público, Chris Anderson

O nome é autoexplicativo, né? Ninguém no mundo entende melhor a arte da ciência de falar em público do que Chris Anderson, a cabeça por trás do TED Talks. Se você tem dificuldades para se comunicar em público — mesmo que seu objetivo não seja palestrar —, vale muito a pena ler este livro.

Os benefícios do conhecimento diversificado

Este ano, tente ler livros que vão além de negócios. Não tenha medo de ler um romance que possa inspirar você a viajar, como "On The Road", por exemplo. Ou de aprender um pouco sobre empatia e relações humanas com "O Homem que Venceu Auschwitz" por julgar que se trata apenas de mais um livro sobre a Segunda Guerra Mundial.
Seu mundo se expandirá quando você ler sobre diferentes pessoas, lugares e princípios. Lembre-se que a inspiração pode vir de maneiras e de fontes inesperadas. Talvez você aprenda isso em "Roube como um Artista".
Um desses livros pode a mudar sua vida. Eles mudaram a minha.
Publicado originalmente em matheusdesouza.com

Matheus de Souza, 27 anos, catarinense, escritor, empreendedor, growth hacker, guitarrista frustrado, marido da Laís. Eleito pelo LinkedIn como o terceiro brasileiro mais influente da rede em 2016. Sócio do Crush Design — uma das 100 startups mais inovadoras do estado de Santa Catarina.
https://www.linkedin.com/pulse/15-livros-para-mudar-sua-vida-matheus-de-souza